Chorai, arcadas Do violoncelo, Convulsionadas. Pontes aladas De pesadelo...
De que esvoaçam, Brancos, os arcos, Por baixo passam, Se despedaçam, No rio os barcos.
Fundas, soluçam Caudais de choro. Que ruínas, ouçam... Se se debruçam, Que sorvedouro!
Lívidos astros, Soidões lacustres... Lemes e mastros... E os alabastros Dos balaústres!
Urnas quebradas. Blocos de gelo! Chorai, arcadas Do violondelo, Despedaçadas.
|